Notícias:
latest

728x90

468x60

Laudo diz que Maria Eduarda foi morta com dois tiros na base do crânio

Dois tiros na base do crânio foram a causa da morte da estudante Maria Eduarda, de 13 anos, de acordo com o laudo da necrópsia. A adolescente foi atingida, na última quinta-feira (30), quando estava dentro de sua escola em Acari, na Zona Norte do Rio. A informação foi divulgada com exclusividade pela GloboNews nesta segunda-feira (3).


De acordo com o documento, o corpo da menina tinha duas perfurações na base do crânio e dois ferimentos na região dos glúteos. Um deles é típico de saída de projétil, conforme aponta o laudo. Ainda segundo o resultado apresentado pelos peritos, a causa da morte foram os tiros que atravessaram a cabeça da jovem.


Quatro fragmentos de chumbo foram retirados da cabeça da estudante e enviados para a perícia. As quatro partes formam o núcleo do projétil. Porém, as balas que atingiram a cabeça de Maria Eduarda não foram enviados para a perícia porque não foram localizadas. Por fim, um pedaço que reveste o chumbo foi localizado na nádega da jovem.


O material encontrado foi enviado nesta segunda-feira (3) para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli. Todas as balas, de acordo com o laudo da autópsia, entraram pelo lado direito do corpo.

Corpo tinha seis ferimentos
O delegado titular da Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil, Fábio Cardoso, afirmou na tarde desta segunda-feira (3) que o laudo do exame de necropsia apontou seis ferimentos no corpo da estudante Maria Eduarda Alves Ferreira, morta a tiros na última quinta-feira (30), na quadra da escola em que estudava, em Acari, Zona Norte do Rio.

Segundo Cardoso, a menina foi atingida por tiros de cima para baixo, na altura das nádegas, e também de baixo para cima, na coluna cervical. Como ela estava em uma aula de Educação Física, poderia estar em movimento e por isso os tiros a atingiram nesses dois pontos.

O delegado também disse que a polícia fará uma reprodução simulada do caso, que deve ser realizada em até 30 dias, de acordo com o andamento das investigações, já que é necessário ter o máximo de informações colhidas em depoimentos e nos laudos periciais.

"A melhor forma de apurar isso, além do confronto balístico, é a reprodução simulada para saber quem atirou na adolescente", disse.

G1
« Voltar
Próximo »

Nenhum comentário