A sorte da Paraíba

Romero Rodrigues, Ricardo Coutinho e
Luciano Cartaxo; maquinistas que mantêm gestões nos trilhos
Quando olhamos ao nosso redor, somos arrebatados imediatamente por um sentimento; estamos melhores entre os piores.
Explico. A Paraíba continua sendo um estado de economia frágil, sem perspectivas concretas de grandes saltos, como chegou a ser prometido.
Mas, considerando o cenário tenebroso que vitimiza as finanças públicas, o Estado registra a proeza de manter a regularidade dos seus serviços e honrar as chamadas obrigações ordinárias.
Enquanto Natal e o Rio Grande do Norte, nossos vizinhos, agonizam com salários atrasados e quebradeira, com reflexos negativos na sustentabilidade do mercado, por aqui estamos sobrevivendo bem.

O Governo do Estado e as duas maiores prefeituras (João Pessoa e Campina Grande) mantêm obras, investimentos e pagamento em dia – este último fator trivial, porém atualmente coisa para poucos.

Um dos diferencias que dão aos seus gestores avaliações positivas na administração e potencial de votos na política.

Ricardo Coutinho, Luciano Cartaxo e Romero Rodrigues estão fazendo o dever de casa e livrando os paraibanos dos ônus de desgovernos. E de constrangimentos nacionais, como vivem cariocas e gaúchos, por exemplo. Para sorte de todos nós paraibanos.

Por Heron Cid

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